Também conhecido como "El brujo arabe", é um curta-metragem que mostra um mágico fazendo truques com mulheres, flores e fogo que aparecem, desaparecem e se transmutam.
As cores, usam uma técnica de pintura a mão quadro-a-quadro, são bastante interessantes.
Esse foi o filme de número 1446 no Pathé Frères Film Catalogue.
Não há propriamente uma história mas sim uma sequência de imagens em movimento. Algumas surpreendentes.
A película mostra um alquimista sonolento que é atormentado por várias criaturas que vão surgindo de uma espécie de frasco de vidro (disseram-me que tal frasco é chamado de "retort" e "cornue" - o que explica o nome na França e EUA - se alguém puder confirmar).
Filme bastante divertido, como é típico de Melies.
Assistir Alchimiste Parafaragamus ou La cornue infernale on line
A história é bem simples e mostra um inventor que sonha com seu dirigível voando. A imagem está muito boa e o filme é parcialmente colorido, o que cria um efeito muito interessante.
A película mostra dois jovens que se encontram e ele dá flores a ela, mas as coisas não estão dando muito certo e eles se desentendem.
Após saírem por uma janela e andarem no campo uma mulher (a bruxa) aparece para o rapaz, e logo após ele está na caverna. Agora a confusão inicia de verdade com pessoas aparecendo e sumindo, móveis mudando de forma e os típicos movimentos de circo, com direito a mágicas e tapas no ar.
No final o casal se reencontra e termina o filme no mesmo recinto onde tudo havia iniciado.
A história é simples e divertida e o filme torna-se mais interessante na medida que se observa a mistura de preto-e-branco com colorido quadro-a-quadro na mesma cena, o que Chomon fazia muito bem.
O título em espanhol era "La caverna de la bruja".
Filme maravilhoso. A história mostra dois viajantes que são atormentadospor Satan durante um passeio de carruagem pelo céu antes do diabo pegar um deles e levá-lo para o inferno para assarno espeto.
Estecontinua sendo um dosfilmes mais populares deMelies. É muitadivertido.A película foicolorida à mão e ficou muito bacana.
Título: Les quatre cents farces du diable
País / Ano: França / 1906
Diretor: Georges Méliès
Colorido
Sem som
Duração: 4:01 min IMDb
Alice Guy é considerada a primeira diretora do cinema. Nasceu em Paris em 01/07/1873 e começou no cinema como secretária na Gaumont-Paris em 1895.
No ano seguinte Guy dirigiu seu primeiro filme. Impressionou pela grande quantidade (média de dois curtas por semana e mais de 1000 filmes durante a carreira) e qualidade de suas produções. Em 1905 ela foi nomeada diretora de produção da empresa supervisionando outros diretores.
Em 1907 se casou com Herbert Blache. A dupla foi para os EUA para comandar as operações da empresa por lá.
Em 1910 ela montou sua própria produtora em Nova Iorque e construiu um estúdio em Fort Lee, Nova Jersey.
Após um período de sucesso de crítica e financeiro, sua empresa entrou em crise e acabou fechando mas continuou dirigindo filmes para vários grandes estúdios de Hollywood.
Voltou para a França em 1922 depois de seu divórcio. Desde então não fez filmes novamente. Em 1964 voltou aos EUA com suas filhas e viveu em Mahwah, New Jersey, não muito longe de onde ficava seu antigo estúdio.