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Die freudlose Gasse - Joyless Street - Rua das Lágrimas - Greta Garbo - Georg Wilhelm Pabst - 1925

Uma obra na fronteira entre o expressionismo e o novo realismo que então surgia. Rua das Lágrimas por Georg Wilhelm Pabst é exatamente isso.

Uma obra realmente nova, provocante e ambígua que desfruta de prestígio entre os espectadores atuais, mas na época o filme sofreu inúmeros cortes e acabou mutilado. Foi a obra mais censurada da então "República de Weimar".

Com o passar dos anos surgiram várias versões em diferentes países, mas todas eram incompletas.



 
Nos tempos atuais o filme de Pabst é uma importante visão histórica das classes sociais no pós-guerra em Viena e também - talvez o mais marcante - uma perspectiva única sobre os indivíduos dentro da miséria social.

Mostra a exploração do desespero e a manipulação, onde falsos rumores destroem os pobres e despertam os ricos.

Vemos na tela a jovem Greta Garbo - 19 anos na época - que ainda nem sonha em ser uma rainha da MGM. Sua personagem é uma menina pobre que enfrenta a miséria em seu dia a dia. Um papel secundário e uma atuação impecável.

Tenha em mente que a obra vai muito além da atuação magistral de Garbo. É uma exceção na história do cinema, seja por seu conteúdo psicológico ou por estar na fronteira do expressionista e realista, além da "incorreção política" e até por suas várias versões resultantes das diferentes tentativas de preservação.


Mais Greta Garbo.


Die freudlose Gasse - Joyless Street - Rua das Lágrimas - Greta Garbo - Georg Wilhelm Pabst - 1925

Greta Garbo

Video with picture of Greta Garbo and music by Johann Pachelbel Canon in D Major. Thanks for Susan from Budapest (Hungria), my friend in the Net.

Dado o crédito e feito o agradecimento, é hora do show:

Rainha Cristina - Queen Christina - Greta Garbo - Rouben Mamoulian - 1933

 
Rainha Christina é, sem dúvida, uma das grandes performances de Garbo. Alguns podem considerar como um filme datado, pois é “terrivelmente romântico” - no estilo da década de 1930 - além disso, há o clichê característico de todos os velhos filmes de época da MGM ao lidar com a realeza que é aquela entrada cerimonial de nobres acompanhada por música majestosa.

Coisas de época mesmo, mas que não tiram o brilho da obra.

O filme foi lançado em dezembro de 1933 e Greta Garbo (1905-1990) já era famosa por seus papéis em filmes mudos e alguns filmes sonoros, como Anna Christie (1930), foi escalada para interpretar o papel principal por Rouben Mamoulian.


A história de Christina mostra uma série de fatos reais de sua vida (sua coroação em 1632 e seu desejo de paz), bem como alguns eventos adicionais (ela não abdicar por amor). Mas, como a maioria dos filmes, a história tinha que ser interpretado de acordo com a necessidade da audiência daquela década.

 

Outro aspecto importante do filme é Christina como um ser humano, não um símbolo. Ela se apaixona por Antonio e tece planos de uma vida feliz com ele. No entanto, Antonio morre em seus braços e seu amor não pode se realizar. A cena final de Christina de pé na proa do navio é outro momento impressionante, magnífico mesmo.

Dizem que antes de fazer a cena o Mamoulian disse a Greta: "Eu quero o seu rosto parecendo ser uma folha de papel em branco e a escrita ser feita por cada um do público ...".
John Gilbert também faz um bom trabalho como Antonio, mas ele, como todo mundo, é quase uma sombra de Garbo.

Existem filmes que você assiste e rapidamente esquece.

Existem filmes que você gosta de ver mais de uma vez para lembrar por mais tempo.

Rainha Christina é um filme que, tendo visto uma vez, você nunca vai esquecer.


Assistir Rainha Cristina - Queen Christina on line

The Divine Woman - Greta Garbo - 1928

Descobri esse filme ao ler o excelente post do amigo Antônio Nahud Júnior no blog O Falcão Montês. Infelizmente só se recuperou um fragmento de pouco mais de 9 minutos.

A obra mostra Marianne (Greta Garbo) que é uma garota pobre que vai para Paris para ser atriz no teatro. Quando começa a fazer sucesso ela deve escolher entre o amor de dois homens, Lucien (Lars Hanson), um soldado apaixonado que abandona o exército para ficar com ela, ou Henry Legrand (Lowell Sherman), um rico de meia-idade produtor Paris que lhe oferece a oportunidade para ter fama e fortuna.

Apenas uma bobina do filme foi recuperada em 1993 na Gosfilmofond - um arquivo de filmes em Moscou. Seus intertítulos russos foram traduzidos para o Inglês. Nesta parte do filme, Marianne é vista vivendo em Paris, em quartos modestos sendo acompanhada por Lucien. Os dois tem alguns minutos românticos e aproxima o momento dele voltar ao exército.
Greta Garbo ... Marianne
Lars Hanson ... Lucien
Lowell Sherman ... Henry Legrand
Polly Moran ... Sra. Pigonier
Dorothy Cumming ... Sra. Zizi Rouck, Mãe de Marianne
Johnny Mack Brown ... Jean
Cesare Gravina ... Gigi
Paulette Duval ... Paulette


Assistir The Divine Woman on line


The Divine Woman - Victor Sjöström - Greta Garbo - 1928 por Telecinebrasil  no Videolog.tv.


Esse foi um dos filmes de domínio público bloqueados sob alegação de "desrespeito aos direitos autorais"


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