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The Adventures of Tom Sawyer - As Aventuras de Tom Sawyer - Mark Twain - Norman Taurog - 1938 - Legendado

"As Aventuras de Tom Sawyer" é um filme que inevitavelmente transporta quem está assistindo de volta à infância. Uma divertida aventura baseada no clássico homônimo do genial Mark Twain.

Foram muitas as adaptações dessa obra para o cinema mas esta é especial. O roteiro é excelente, direção brilhante e interpretações perfeitas. As crianças são a cara da felicidade. Difícil acreditar que exista ou venha a existir uma adaptação melhor.

Tommy Kelly faz o papel de Tom Sawyer, um garoto  que vive a tia em uma cidade do Mississippi. O filme é ambientado no meado do século XIX. Sawyer e seu amigo de aventuras Huck Finn sempre estão aprontando. Adoram pescar, brincar de piratas e impressionar Becky Thatcher.

No meio das brincadeiras os dois amigos acabam presenciando um homicídio e salvam um inocente que estava sendo acusado do crime. Isso chama a atenção do verdadeiro assassino que começa a perseguir os meninos.



Para escapar do bandido os garotos acabam - literalmente - embarcando em uma grande aventura pelo Rio Mississippi. Durante a fuga chegam nas cavernas misteriosas e encontram um tesouro de verdade. Mas o dono do tesouro...

Uma estranha curiosidade é que houve uma disputa entre James Wong Howe e Wilfred M. Cline sobre quais as cores deveriam ser predominante usadas nas roupas e cenários. Cline desejava cores primárias e Howe tons terrosos e suaves. O que no início era para ser uma mera discordância técnica acabou tomando tais proporções que culminou com a empresa Technicolor impedindo Howe de fazer outro filme colorido por quase dez anos.







Assistir The Adventures of Tom Sawyer legendado online



O Circo - The Circus - Charlie Chaplin - 1928


Certamente um dos filmes mais engraçados de Chaplin, massem deixar a reflexão típica de suas obras. Nesse filme o vagabundo ao fugir da polícia, foi confundido com um ladrão, acaba entrando em um picadeiro. O público se diverte com suas  maluquices. Acaba sendo contratado para trabalhar no circo.

Uma das grandes cenas mais divertidas é a de Chaplin na jaula do leão, é tensa e engraçada ao mesmo tempo. Outra muito bacana é a que ele tenta dar um remédio um cavalo que está doente.

O lado mais emocional do personagem se mostra em dois momentos. Uma é quando ele vê a jovem com fome e dá sua comida, mesmo sabendo que ele ficaria com fome. A outra é no final quando Carlitos mesmo apaixonado, prefere vê-la feliz com outro pretendente - que ela amava.

Uma história simples mas que ao ser contada por Chaplin acaba se transformando em mais um filme maravilhoso. Essa é uma daquelas obras que encanta crianças e adultos. As cenas são belas e o ritmo é ágil. Através da expressão corporal provoca boas risadas. Um barato também é a interpretação de Al Ernest Garcia - que faz o dono do circo. Ele se aproveita da inocência de Carlitos para transformá-lo na estrela do espetáculo sem que ele perceba. Quando finalmente descobre o que está acontecendo acaba salvando o circo que está praticamente falido.


Foi o último filme realmente sem som de Chaplin pois tanto "Luzes da Cidade" de 1931 quanto "Tempos Modernos" de 1936 tinham som - música e efeitos sonoros - em alguns trechos. Outra curiosidade é que Chaplin praticou na corda bamba antes do início das filmagens. A cena dele andando foi gravada a 12 metros de altura mas o original se perdeu. O que aparece no filme foi uma refilmagem.



O filme teve um orçamento de aproximadamente U$ 900 mil - uma fortuna na época - e todas as filmagens foram feitas em incríveis 17 dias. Entre 2 e 19 de novembro de 1927.

O Circo - The Circus - Charlie Chaplin - 1928


Leia. Pense. Divulgue.

Lile de Calypso Ulysse et le géant Polyphème - Ulysses and the Giant Polyphemus - Méliès - 1905




Em 1905 o genial Méliès fez (provavelmente) a primeira versão cinematográfica de Homero. Seres mitológicos resumidos em poucos minutos de pura magia do primeiro cinema.

Bastante interessante. Recomendo.  






Lile de Calypso Ulysse et le géant Polyphème - Ulysses and the Giant Polyphemus - Méliès - 1905




O dia que a ISS navegou no TeleCineBrasil - 31 de março de 2013

Dia desses ao olhar o analytics do TeleCineBrasil percebi que um dos pontos - que mostrava a cidade onde estava um dos visitantes do blog - estava se movendo, e se movendo rápido. Não entendi o que estava acontecendo, pois cidades não costumam se mover...

Ao refinar a informação descobri que a referida localização era do ISS - International Space Station - que se move em torno da terra a velocidade média de 27.000 Km/h e a tripulação que estava por lá tinha acabado de chegar.

Nunca tinha imaginado que o TeleCineBrasil chegaria "tão longe". Achei a história curiosa e resolvi compartilhar - com um certo atraso mas está valendo.

Ao lado uma imagem com os tripulantes que estavam lá no dia 31 de março de 2013 e abaixo alguns prints que mostram o deslocamento da ISS quando um (ou mais) dos três aí do lado estava conectado ao TeleCineBrasil.

Como diria Spock - fascinante.





Cinema é cultura.
(Até no espaço)

O Sete Trouxas - Marcio Schoenardie - 2007



Curta-metragem brasileiro que mostra Jair, um avô que conta para a neta suas aventuras quando ainda era garoto. Ele fala de seu medo de menino do lendário "Sete Trouxas" e como derrotou o monstro.

Diretor: Marcio Schoenardie
Elenco: Caio Pereira, Eduardo Sandagorda, Luiz Paulo Vasconcellos, Natanielhe Pacheco
Duração: 14 min     Ano: 2007      País: Brasil - RS - Colorido
Produção: Casa de Cinema de Porto Alegre, No hay plata No hay película Producciones



Roteiro: Marcio Schoenardie
Direção de Arte: Rita Faustini
Som: Kiko Ferraz Estudios
Direção de produção: Beto Picasso
Assistente de Direção: Diego Martins
Efeitos Especiais: Estudio makako
Produção Executiva: Bel Merel, Nora Goulart
Still: Fábio Rabelo
Direção de Fotografia: Alberto La Salvia
Continuidade: Janaína Fischer
Desenhos: Walter Pax
Concepção dos bonecos: Paulo Ballardim
Montagem: Alfredo Barros, Thais Vieira
Produção de Elenco: Fabianne Freitas
Efeitos Mecânicos: Julio Freitas

Premiado com Melhor Direção de Arte no Festival de Cinema do Paraná em 2008 e Melhor Direção de Arte no Festival de Gramado em 2008.

Assistir O Sete Trouxas online


O TeleCineBrasil é exibidor do PortaCurtas

Le voyage dans la lune - A Trip to the Moon - Georges Melies - 1902

Famosa cena de Viagem à Lua de Méliès
A lua sempre foi motivo de encantamento. No início dos tempos servindo de inspiração para o surgimento de mitos. Mais recentemente, após o maior desenvolvimento da ciência e da literatura, o satélite da terra passou a ser visto como possível destino das viagens espaciais.

Méliès foi o primeiro a trazer para o cinema esse sonho de ir até a lua. Ele considerava "Le Voyage dans la Lune" sua obra mais importante. Escrito e dirigido pelo próprio, foi inspirado em "Da Terra à Lua" de Júlio Verne e "Os Primeiros Homens na Lua" de HG Wells, sendo um filme revolucionário. O mundo nunca tinha visto nada parecido até então.

Tudo começa com um grupo de cientistas - curiosamente agitados e vestidos como magos - projetando como seria viajar para a lua. Um deles quer construir um canhão cujo projétil levará os tripulantes até lá. O plano é colocado em prática e o canhão é construído e disparado. O plano deu e ao chegar na lua as pessoas que foram dentro da bala encontram os "selenitas" - que são as criaturas que habitam a lua. Estes capturam os humanos que fogem e retornam ao planeta terra. No retorno eles entram na cápsula e "caem" de volta à terra.

Os cenários são muito bem construídos e tem várias partes com a pintura criando a ilusão de profundidade. Ele foi o primeiro a unir a tecnologia cinematográfica nascente com os recursos já consagrados do teatro e mágica. O resultado foram filmes com histórias mais elaboradas do que os que eram feitos até então. Méliès também foi o primeiro a utilizar os efeitos especiais, sendo considerado o criador de tais truques para o cinema.

A genialidade de Méliès o fez ser admirado por vários grandes cineastas, como D.W. Griffith, que disse certa vez que "devia tudo a ele" e Charles Chaplin que o chamava de "o alquimista da luz". O trabalho de Georges Méliès foi realmente revolucionário e a criatividade se mostra em vários aspectos, sendo alguns especialmente interessantes, como a lua com um rosto humano e os habitantes do satélite. O filme foi uma viagem experimental do cinema que fala do sonho de uma viagem espacial quando ainda não existia nem mesmo aviões.

Tudo que faz sucesso é copiado. Méliès, mesmo em sua época, foi copiado tanto na Europa como nos EUA. Os filmes eram, com raras exceções, imitações grosseiras não tão engraçadas ou criativas. Alguns estúdios vendiam os próprios filmes de Méliès como se fossem de sua propriedade. Mas nada muda o fato do filme ser ainda hoje divertido e elegante. São uns poucos minutos que eternizaram o mestre Méliès.


Assistir Le voyage dans la lune online


The Shriek of Araby - F. Richard Jones - Ben Turpin - 1923




"The Shriek of Araby" de 1923 é uma excelente paródia do filme estrelado por Rudolph Valentino "The Sheik" de 1921 .

Ben Turpin é um ator muito engraçado, merecendo destaque nesse filme as cenas onde é perseguido por um leão e quando monta um avestruz.

Ben Turpin é um dos grandes comediantes da era silenciosa que, infelizmente, foi esquecido. Atuou em mais de 230 filmes entre 1907 e 1944.
 Assistir The Shriek of Araby online

The Frozen North - Buster Keaton - Edward F. Cline - 1922


Frozen North é uma comédia americana de curta-metragem. Filme dirigido e estrelado por Buster Keaton. Escrito por Keaton e Edward F. Cline e produzido em 1922.

É uma paródia dos filmes melodramáticos de William S. Hart. O público da época gostou mas Hart não. Ficou sem falar com Buster por dois anos.

Trata-se de uma obra bem diferente das que Buster Keaton normalmente fazia. Engraçado, mas muito, muito cruel. E o motivo você descobre no final.

O filme começa com Keaton tentando roubar um bar usando um estratagema, mas a coisa não dá certo. Pouco depois entra em uma casa e ao ver a mulher beijando outro homem mata os dois. Descobre que tinha entrado na casa errada e aquela não era a sua mulher.

O resto do filme é repleto de situações engraçadas. Um mosaico de westerns, anúncios e bordões. Algumas partes são surreais, como o trenó que tem uma carroceria de automóvel puxado por galgos e bassets ou a cena inicial que ele sai do metrô na neve no meio do nada.

William S. Hart não gostou da brincadeira

A película é uma grande brincadeira. Divirta-se mas não tente achar explicações. Basta assistir e rir. No final, tudo fica claro, quando ele...





Elenco
Buster Keaton
Joe Roberts
Sybil Seely
Bonnie Hill
Freeman Wood
Edward F. Cline


The Frozen North - Buster Keaton - Edward F. Cline - 1922




Estão roubando a sua praça.

A la conquête du Pôle - The Conquest of the Pole - Georges Méliès - 1912



Mais uma obra do genial Georges Méliès. Nessa aventura ele mostra cientistas reunidos para planejar uma viagem ao Pólo Norte. A viagem será muito mais agitada do que era de se esperar. Lembra em alguns aspectos o clássico "Viagem à Lua" de 1902.

Existem versões com duração maior, mas não sei se utilizaram cenas de outras obras ou são resultado de restauração mais atual. Curiosamente o filme parece mais primitivo do que outros anteriores.


Vale muito conhecer a obra, tanto pela história do cinema como também pela diversão que ela proporciona, mesmo um século depois.

Assistir A la conquête du Pôle - Georges Méliès - 1912 online


Leia. Pense. Divulgue
Filmes de Domínio Público X Direitos Autorais X Youtube
Estão roubando a sua praça.

The Tempest - Percy Stow - William Shakespeare - 1908

Certamente que 12 minutos é pouco espaço para adaptar toda a peça. No entanto, essa limitação de tempo permitiu que Stow tivesse foco nos principais momentos visuais.

A tempestade é um filme significativo e substancial. O diretor habilmente constrói a narrativa de forma a permitir que o filme tenha coesão, mesmo deixando de fora alguns elementos da obra de origem.

Quando Ariel é perseguida e desaparece usando um truque simples (no melhor estilo Méliès) o filme tem um dos seus momentos cruciais. Este momento formaliza a diferença entre teatro e cinema. Confirma explicitamente que o cinema se desenvolve em uma direção independente do teatro. Este ponto se estende para além das diferenças técnicas.

A cena também é interessante por ser um truque visual que remove a personagem dos limites do estúdio e a transporta para um cenário natural. Mais informações aqui.

The Tempest - Percy Stow - William Shakespeare - 1908 




Betty Boop´s Hollywood Mystery - Dublado


Mais uma animação da eterna Betty Boop - a bonequinha mais sensual do cinema - que descobri no Canal cultmoviechannel.

Como é uma versão dublada a garotada pode assistir com mais facilidade e vale muito conhecer. Boas risadas são garantidas.



Assistir Betty Boop´s Hollywood Mystery on line


Rocketship X-M - Da Terra à Lua - Kurt Neumann - 1950


Quando George Pal anunciou a produção de Destination Moon além de criar grande expectativa no público chamou também a atenção do produtor independente Robert L. Lippert que decidiu pegar carona na propaganda e lançar Rocketship X-M, mas uma ação judicial obrigou Lippert a colocar a frase “Não é Destination Moon” no material de divulgação da época. Isso não impediu que ele alcançasse seu objetivo, pois gastou U$ 94.000 e lançou o filme quase três semanas antes de Destination Moon que custou em torno de U$ 600.000.
 


O nível da produção e fidelidade científica de Destination Moon é infinitamente superior a Rocketship XM, mas o filme tem seu charme. Especialmente para quem gosta de ficção B. Aliás, o sucesso de um filme em nada se relaciona com sua precisão científica. Ainda que o tema seja ficção científica.

Mesmo nos EUA a obra foi apresentada nos cinemas com diversos outros nomes como “None Came Back”, “Rocket to the Moon” e “Rocketship Expedition Moon” até ficar definido Rocketship X-M como definitivo.



Conta a história do lançamento do primeiro vôo à lua. Mas no caminho uma chuva de meteoritos modifica a rota do foguete que acaba indo parar no planeta Marte. A tripulação aterrissa no planeta e descobre vestígios de uma civilização extinta. Tudo indica que foi destruída por uma guerra nuclear, pois os níveis de radiação são muito altos. Ainda existem sobreviventes que vivem nas cavernas.

Os marcianos atacam a tripulação com paus e pedras e alguns astronautas são mortos. Os que sobrevivem voltam até o foguete para retornar a Terra. Erros nos cálculos acabam comprometendo a segurança do retorno por possível falta de combustível.

Certamente foi o primeiro filme a alertar sobre as conseqüências de uma guerra nuclear.

Olhando por uma perspectiva moderna Rocketship XM é uma ficção científica que acaba em comédia involuntária. Alguns exemplos de erros que tornam o filme engraçado estão os trajes espaciais que são jaquetas de couro e gravata – isso mesmo, os astronautas usam gravatas.


Divertido também o tempo que os astronautas esperam antes de embarcar no foguete, pois quinze minutos antes da decolagem eles estão numa coletiva com a imprensa e quando embarcam no foguete ficam surpresos por descobrir que só tem três minutos para a decolagem. Tem ainda o fato da ausência de gravidade só afetar alguns objetos (gaita, casaco) mas não outros (sanduíche, papéis, cabelos longos, laços) e curiosamente durante todo o filme os medidores de combustível permanecerem sempre no "vazio".

As seqüências em Marte são filmadas em "sépia", que ficou muito bacana, dando uma tonalidade avermelhada ao planeta e tudo que está nele.





Merece destaque o fato de Rocketship X-M ter um final trágico. Esse não é o tipo de final típico da década de 1950. Deixa uma clara mensagem de que apesar das eventuais tragédias a ciência deve continuar seu caminho.

O filme é tão machista que em alguns trechos os diálogos parecem piada. Por exemplo, no diálogo entre Floyd e a Dra. Lisa, onde ele pergunta: “Estive pensando, como é que uma menina como você entra em uma coisa como esta” – referindo-se ao fato dela ser uma cientista, ao que ela responde: “Eu suponho que você pensa que as mulheres só devem cozinhar, costurar e ter filhos.” O coronel retruca: “Não é o suficiente?” – aos olhos de hoje pode até parecer estranho mas acho que naquela época era muito natural essa visão da mulher.







Elenco

Lloyd Bridges  ... Coronel Floyd Graham
Osa Massen ... Dra. Lisa Van Horn
John Emery ...  Dr. Karl Eckstrom
Noah Beery Jr. ... Major William Corrigan
Hugh O'Brian   ... Harry Chamberlain
Morris Ankrum ... Dr. Ralph Fleming
Patrick Aherne ... Reporter #1
Sherry Moreland ... Garota marciana
John Dutra ... Físico
Kathy Marlowe ... Reporter #2
James Conaty ... Médico
Sam Harris ... Reporter na sala de imprensa
Judd Holdren ... Reporter #3
Stuart Holmes ... Reporter #4
Bert Stevens ... Reporter #5








O diretor de Rocketship X-M, Kurt Neumann, nasceu na Alemanha e dirigiu mais de 60 filmes. Em 1945 produziu e dirigiu alguns episódios de Tarzan. Infelizmente morreu um mês depois da estréia daquele que foi seu maior sucesso de bilheteria, o filme “The Fly” no Brasil chamado de “A mosca da cabeça branca” de 1958, cujo remake “A mosca”, feito décadas depois, também teve grande sucesso.






Os protagonistas de Rocketship X-M fizeram muitos outros filmes de sucesso. Lloyd Bridges (Coronel Floyd) participou de mais de 200 filmes, com destaque para as comédias Top Gang, Querida estiquei o bebê, Apertem os cintos o piloto sumiu, e várias séries para a TV como Battlestar Galáctica em sua primeira versão e Sea Hunt. É pai dos atores Jeff Bridges (Tron, Homem de Ferro) e Beau Bridges (Stargate, Bonanza).





Osa Massen atuou em várias séries para a tv no período de 1954 até 1962.

John Emery também atuou em vários filmes e séries para a TV até o ano de sua morte, 1964.

Noah Beery Jr participou de mais de 160 filmes e seriados, entre eles Magnum, A ilha da fantasia e Bonanza e filmes como “Rio Vermelho”.



Hugh O'Brian fez 111 participações em filmes e seriados para a TV,

Morris Ankrum é um recordista. Participou de mais de 260 prduções para a tv e cinema, sendo muitos de ficção científica. Esteve ativo até 1964, o ano de sua morte.








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