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Dziga Vertov


Deus e o Diabo na Terra do Sol - Glauber Rocha - 1964

Deus e o Diabo na Terra do Sol é uma obra cinematográfica brasileira de julho de 1964. Filme dirigido por Glauber Rocha sendo considerado um marco do movimento denominado cinema novo.

Conta a história de Manoel e sua mulher Rosa que levam uma vida miserável no interior do Brasil. Manoel planeja usar seu lucro da partilha da criação de gado para comprar um pequeno pedaço de terra. Ao levar o gado para ser vendido alguns animais morrem e chegado o momento da partilha com o coronel, este resolve não dar nada ao sertanejo alegando que o gado que morreu era do Manoel e o que chegou vivo era seu (coronel). Manoel mata o coronel e foge. O casal resolve ir embora e abandona o pouco que tem para trás. Manoel une-se a um grupo religioso liderado por Sebastião. Este grupo lutava contra os poderosos latifundiários. Os fazendeiros resolvem contratar Antônio das Mortes para acabar com o grupo.



Elenco principal

Geraldo Del Rey .... Manoel
Yoná Magalhães .... Rosa
Maurício do Valle .... Antônio das Mortes
Othon Bastos .... Corisco
Lidio Silva .... Sebastião
Sonia dos Humildes .... Dadá
João Gama .... padre
Antonio Pinto .... coronel
Milton Rosa ....Moraes


 Deus e o Diabo na Terra do Sol
(1964) on IMDb



Assistir Deus e o Diabo na Terra do Sol





Essa é uma das melhores cenas do cinema brasileiro



"Se entrega, Corisco!
Eu não me entrego, não!
Eu não sou passarinho
Pra viver lá na prisão
Se entrega, Corisco!
Eu não me entrego, não!
Não me entrego ao tenente
Não me entrego ao capitão
Eu me entrego só na morte
De parabelo na mão
Se entrega, Corisco!
Eu não me entrego, não!
Mais forte são os poderes do povo!"

CARGO - Ben Howling - Tropfest Australia - 2013


Reiniciando o blog resolvi colocar uma obra muito interessante que embarca na onda de zumbis mas de uma forma inovadora e poética. Filme de curta duração que merece ser visto. Foi um dos finalistas no Tropfest Australia 2013.

Assistir CARGO online


"Stranded in the midst of a zombie apocalypse, a man sets in motion an unlikely plan to protect the precious cargo he carries: his infant daughter."

Directed by Ben Howling & Yolanda Ramke

Produced by Ben Howling, Yolanda Ramke, Marcus Newman, Daniel Foeldes

Tropfest Australia 2013 Finalist

O Circo - The Circus - Charlie Chaplin - 1928


Certamente um dos filmes mais engraçados de Chaplin, massem deixar a reflexão típica de suas obras. Nesse filme o vagabundo ao fugir da polícia, foi confundido com um ladrão, acaba entrando em um picadeiro. O público se diverte com suas  maluquices. Acaba sendo contratado para trabalhar no circo.

Uma das grandes cenas mais divertidas é a de Chaplin na jaula do leão, é tensa e engraçada ao mesmo tempo. Outra muito bacana é a que ele tenta dar um remédio um cavalo que está doente.

O lado mais emocional do personagem se mostra em dois momentos. Uma é quando ele vê a jovem com fome e dá sua comida, mesmo sabendo que ele ficaria com fome. A outra é no final quando Carlitos mesmo apaixonado, prefere vê-la feliz com outro pretendente - que ela amava.

Uma história simples mas que ao ser contada por Chaplin acaba se transformando em mais um filme maravilhoso. Essa é uma daquelas obras que encanta crianças e adultos. As cenas são belas e o ritmo é ágil. Através da expressão corporal provoca boas risadas. Um barato também é a interpretação de Al Ernest Garcia - que faz o dono do circo. Ele se aproveita da inocência de Carlitos para transformá-lo na estrela do espetáculo sem que ele perceba. Quando finalmente descobre o que está acontecendo acaba salvando o circo que está praticamente falido.


Foi o último filme realmente sem som de Chaplin pois tanto "Luzes da Cidade" de 1931 quanto "Tempos Modernos" de 1936 tinham som - música e efeitos sonoros - em alguns trechos. Outra curiosidade é que Chaplin praticou na corda bamba antes do início das filmagens. A cena dele andando foi gravada a 12 metros de altura mas o original se perdeu. O que aparece no filme foi uma refilmagem.



O filme teve um orçamento de aproximadamente U$ 900 mil - uma fortuna na época - e todas as filmagens foram feitas em incríveis 17 dias. Entre 2 e 19 de novembro de 1927.

O Circo - The Circus - Charlie Chaplin - 1928


Leia. Pense. Divulgue.

Algiers - Argélia - John Cromwell - 1938 - Legendado

Conforme dito no post anterior vou começar a colocar os filmes do Cinema Clássico por aqui. Vou começar com "Algiers" de 1938.

Essa obra foi uma refilmagem feita nos EUA de um filme francês produzido apenas um ano antes chamado "O Demônio da Argélia". "Algiers" teve em 1939 quatro indicações ao Oscar - nas categorias de melhor ator, ator coadjuvante, direção de arte e fotografia.

Conta a história de "Pepe Le Moko" que é um fora da lei que foge da polícia mas se torna imprudente por estar apaixonado.



Assistir Algiers de 1938 - Legendado - Online




Harakiri - Madame Butterfly - Fritz Lang - 1919


 
Uma das obras mais famosas de Fritz Lang. Conta a história de Bonze (Georg John - M o Vampiro de Dusseldorf) um monge budista e seu envolvimento com O-Take-San (Lil Dagover - Destiny e Gabinete do Dr. Caligari). A jovem casa-se com um europeu que a abandona grávida. Quando se reencontram ele está acompanhado por sua outra mulher.


Um drama marcado pelo exotismo. Casas de chá, gueixas, marinheiros, monges budistas, paisagens urbanas asiáticas, um caleidoscópio impressionante e de bom gosto. O tema sentimental é discreto. Tocado de uma forma agradável. A poesia é trazida por Lang através da narrativa visual e como todo bom cinema nasce da poesia e do sonho.

Harakiri - Madame Butterfly - Fritz Lang - 1919 - online



Morte - José Roberto Torero - Laura Cardoso - Paulo José - 2002



O fime mostra um casal de idosos (Laura Cardoso e Paulo José) que se prepara para a "grande viagem". Eles estudam cada detalhe de como deverá ser feito o velório e enterro, não esquecendo das flores, a música, a bagagem, etc. Laura Cardoso e Paulo José são magníficos.

Diretor: José Roberto Torero
Elenco: Laura Cardoso, Paulo José com a participação especial de Carlos Mariano, Carlos Moreno, Francisco Martins, Myriam Muniz, Renato Consorte e Umberto Magnani



Duração: 15 min     Ano: 2002     Bitola: 35mm
País: Brasil     Local de Produção: SP
Cor: Colorido
Produção: Zita Carvalhosa
Roteiro: José Roberto Torero
Edição: Vânia Debs
Som Direto: Leonardo Costa Gomes
Direção de Arte: Billy Castilho
Empresa(s) produtora(s): Cinematográfica Superfilmes
Produção Executiva: Camilla Ribas
Direção de Fotografia: Kátia Coelho

Festival de Brasília
Festival do Rio BR
Vitória Cine Vídeo
Festival Internacional de Rotterdam
Mostra de Cinema de Tiradentes
Mostra Curta Cinema
Toronto Latin Film Video Festival

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The Tempest - Percy Stow - William Shakespeare - 1908

Certamente que 12 minutos é pouco espaço para adaptar toda a peça. No entanto, essa limitação de tempo permitiu que Stow tivesse foco nos principais momentos visuais.

A tempestade é um filme significativo e substancial. O diretor habilmente constrói a narrativa de forma a permitir que o filme tenha coesão, mesmo deixando de fora alguns elementos da obra de origem.

Quando Ariel é perseguida e desaparece usando um truque simples (no melhor estilo Méliès) o filme tem um dos seus momentos cruciais. Este momento formaliza a diferença entre teatro e cinema. Confirma explicitamente que o cinema se desenvolve em uma direção independente do teatro. Este ponto se estende para além das diferenças técnicas.

A cena também é interessante por ser um truque visual que remove a personagem dos limites do estúdio e a transporta para um cenário natural. Mais informações aqui.

The Tempest - Percy Stow - William Shakespeare - 1908 




Rocketship X-M - Da Terra à Lua - Kurt Neumann - 1950


Quando George Pal anunciou a produção de Destination Moon além de criar grande expectativa no público chamou também a atenção do produtor independente Robert L. Lippert que decidiu pegar carona na propaganda e lançar Rocketship X-M, mas uma ação judicial obrigou Lippert a colocar a frase “Não é Destination Moon” no material de divulgação da época. Isso não impediu que ele alcançasse seu objetivo, pois gastou U$ 94.000 e lançou o filme quase três semanas antes de Destination Moon que custou em torno de U$ 600.000.
 


O nível da produção e fidelidade científica de Destination Moon é infinitamente superior a Rocketship XM, mas o filme tem seu charme. Especialmente para quem gosta de ficção B. Aliás, o sucesso de um filme em nada se relaciona com sua precisão científica. Ainda que o tema seja ficção científica.

Mesmo nos EUA a obra foi apresentada nos cinemas com diversos outros nomes como “None Came Back”, “Rocket to the Moon” e “Rocketship Expedition Moon” até ficar definido Rocketship X-M como definitivo.



Conta a história do lançamento do primeiro vôo à lua. Mas no caminho uma chuva de meteoritos modifica a rota do foguete que acaba indo parar no planeta Marte. A tripulação aterrissa no planeta e descobre vestígios de uma civilização extinta. Tudo indica que foi destruída por uma guerra nuclear, pois os níveis de radiação são muito altos. Ainda existem sobreviventes que vivem nas cavernas.

Os marcianos atacam a tripulação com paus e pedras e alguns astronautas são mortos. Os que sobrevivem voltam até o foguete para retornar a Terra. Erros nos cálculos acabam comprometendo a segurança do retorno por possível falta de combustível.

Certamente foi o primeiro filme a alertar sobre as conseqüências de uma guerra nuclear.

Olhando por uma perspectiva moderna Rocketship XM é uma ficção científica que acaba em comédia involuntária. Alguns exemplos de erros que tornam o filme engraçado estão os trajes espaciais que são jaquetas de couro e gravata – isso mesmo, os astronautas usam gravatas.


Divertido também o tempo que os astronautas esperam antes de embarcar no foguete, pois quinze minutos antes da decolagem eles estão numa coletiva com a imprensa e quando embarcam no foguete ficam surpresos por descobrir que só tem três minutos para a decolagem. Tem ainda o fato da ausência de gravidade só afetar alguns objetos (gaita, casaco) mas não outros (sanduíche, papéis, cabelos longos, laços) e curiosamente durante todo o filme os medidores de combustível permanecerem sempre no "vazio".

As seqüências em Marte são filmadas em "sépia", que ficou muito bacana, dando uma tonalidade avermelhada ao planeta e tudo que está nele.





Merece destaque o fato de Rocketship X-M ter um final trágico. Esse não é o tipo de final típico da década de 1950. Deixa uma clara mensagem de que apesar das eventuais tragédias a ciência deve continuar seu caminho.

O filme é tão machista que em alguns trechos os diálogos parecem piada. Por exemplo, no diálogo entre Floyd e a Dra. Lisa, onde ele pergunta: “Estive pensando, como é que uma menina como você entra em uma coisa como esta” – referindo-se ao fato dela ser uma cientista, ao que ela responde: “Eu suponho que você pensa que as mulheres só devem cozinhar, costurar e ter filhos.” O coronel retruca: “Não é o suficiente?” – aos olhos de hoje pode até parecer estranho mas acho que naquela época era muito natural essa visão da mulher.







Elenco

Lloyd Bridges  ... Coronel Floyd Graham
Osa Massen ... Dra. Lisa Van Horn
John Emery ...  Dr. Karl Eckstrom
Noah Beery Jr. ... Major William Corrigan
Hugh O'Brian   ... Harry Chamberlain
Morris Ankrum ... Dr. Ralph Fleming
Patrick Aherne ... Reporter #1
Sherry Moreland ... Garota marciana
John Dutra ... Físico
Kathy Marlowe ... Reporter #2
James Conaty ... Médico
Sam Harris ... Reporter na sala de imprensa
Judd Holdren ... Reporter #3
Stuart Holmes ... Reporter #4
Bert Stevens ... Reporter #5








O diretor de Rocketship X-M, Kurt Neumann, nasceu na Alemanha e dirigiu mais de 60 filmes. Em 1945 produziu e dirigiu alguns episódios de Tarzan. Infelizmente morreu um mês depois da estréia daquele que foi seu maior sucesso de bilheteria, o filme “The Fly” no Brasil chamado de “A mosca da cabeça branca” de 1958, cujo remake “A mosca”, feito décadas depois, também teve grande sucesso.






Os protagonistas de Rocketship X-M fizeram muitos outros filmes de sucesso. Lloyd Bridges (Coronel Floyd) participou de mais de 200 filmes, com destaque para as comédias Top Gang, Querida estiquei o bebê, Apertem os cintos o piloto sumiu, e várias séries para a TV como Battlestar Galáctica em sua primeira versão e Sea Hunt. É pai dos atores Jeff Bridges (Tron, Homem de Ferro) e Beau Bridges (Stargate, Bonanza).





Osa Massen atuou em várias séries para a tv no período de 1954 até 1962.

John Emery também atuou em vários filmes e séries para a TV até o ano de sua morte, 1964.

Noah Beery Jr participou de mais de 160 filmes e seriados, entre eles Magnum, A ilha da fantasia e Bonanza e filmes como “Rio Vermelho”.



Hugh O'Brian fez 111 participações em filmes e seriados para a TV,

Morris Ankrum é um recordista. Participou de mais de 260 prduções para a tv e cinema, sendo muitos de ficção científica. Esteve ativo até 1964, o ano de sua morte.








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The Iron Horse - O Cavalo de Ferro - John Ford - 1924 - Legendado

Um verdadeiro épico da era silenciosa que narra a construção da primeira ferrovia transcontinental nos Estados Unidos. São duas frentes de construção que partem de ambas as costas e enfrentam ataques indígenas, latifundiários gananciosos, os rigores da neve e do deserto.

Uma representação romantizada da expansão para o oeste, em que os “heróis brancos” devem lutar contra todas as probabilidades.

Mas não se trata de uma visão histórica e sim um filme que mistura drama, história, vingança e comédia, tendo uma visão claramente racista de índios, imigrantes e negros, o que era bastante comum no cinema de 1924.

Foi o primeiro sucesso na carreira de um dos maiores diretores de Hollywood - John Ford – que também dirigiu The Searchers, Stagecoach, The Quiet Man, She Wore a Yellow Ribbon, Fort Apache, entre outros.





Filme de números grandiosos que contou com mais de seis mil figurantes além da construção de duas "cidades" para acomodar todos os envolvidos na produção. Eram mais de cem cozinheiros que preparavam as refeições.

As filmagens foram feitas no México, Novo México, Nevada e Arizona.

Foram gastos U$ 250.000,00 na produção e arrecadou-se mais de U$ 2.000.000,00 nas bilheterias. Um recorde para a época.



George O'Brien           ...         Dave Brandon
Madge Bellamy            ...         Miriam Marsh
Charles Edward Bull    ...         Lincoln
Cyril Chadwick            ...         Jesson
Will Walling                  ...         Thomas Marsh
Francis Powers            ...         Sergeant Slattery
J. Farrell MacDonald   ...         Corporal Casey
Jim Welch                   ...         Private Mackay
George Waggner         ...         Buffalo Bill
Fred Kohler                ...         Bauman
James A. Marcus         ...         Judge Haller
Gladys Hulette             ...         Ruby

Elenco completo.

Versão EUA

Atualmente existem duas versões que foram restauradas, uma para os EUA e outra denominada "internacional" que foi lançada em DVD para Europa.

A versão on line é a européia que além de alguns minutos a mais teve a imagem um pouco alterada. Para os puristas isso é um sacrilégio mas segundo pude apurar (não vi a outra versão) várias falhas na imagem foram trabalhadas o que melhorou a qualidade do material.


Versão internacional


Poster usado nos cinemas dos EUA em 1924




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Rebecca a mulher inesquecível - Alfred Hitchcock - 1940 - Legendado
















Uma jovem - que não tem o seu nome revelado - interpretada por  Joan Fontaine, trabalha com Edythe Van Hopper (Florence Bates). Quando estão em Monte Carlo a jovem conhece Maximilian "Maxim" de Winter (Laurence Olivier). Em pouco tempo se apaixonam e resolvem se casar.
 




Maxim leva a esposa para morar em Manderley, uma casa de campo em Cornwall, mas a receptividade por lá não é muito boa, especialmente por parte da Sra. Danvers (Judith Anderson) que é governanta na mansão desde o casamento anterior do milionário. A Sra. Danvers nutre uma admiração doentia pela já falecida Rebecca. A presença incessante da memória de Rebecca impõe-se como uma verdadeira tortura para a jovem. Mas existem segredos que vão se revelando durante o decorrer da história. Suspense no melhor estilo do mestre Hitchcock.



Muitas atrizes fizeram testes para interpretar a Sra. Winter, e Vivien Leigh era, na época, namorada de Laurence Olivier. Como ela não foi a escolhida Olivier passou a maltratar Joan Fontaine fazendo a atriz se sentir isolada durante as gravações. Como isso se refletia adequadamente na composição da personagem, Hitchcock ordenou que todos no set a tratassem mal a fim de ajudá-la, sem que ela soubesse, na sua atuação. Cruel, mas funcionou.
 
Esse foi o primeiro filme de Alfred Hitchcock em Hollywood e é o único que ganhou Oscar de melhor filme, foi também o segundo filme do diretor baseado em um romance de Du Maurier Daphne - o primeiro foi Jamaica Inn. Para manter a atmosfera obscura do livro, Hitchcock optou por fazer o filme em preto e branco.

O roteiro de Rebecca é muito semelhante ao livro “A Sucessora” da brasileira Carolina Nabuco. Segundo a própria autora, que registrou em suas memórias, ela teria traduzido a obra para o inglês e enviado uma cópia a um editor inglês, mas 4 anos depois Maurier publicaria Rebecca, “coincidentemente” pelo mesmo editor que Carolina havia enviado seus originais.



 
O New York Times Book Review publicou um artigo ressaltando as semelhanças entre os dois romances. Quando o filme estreou no Brasil a United Artists procurou a escritora para tentar um acordo. Mas a suspeita de plágio não acaba aí.

Em 1944 a escritora Edwina Levin MacDonald processou Daphne Du Maurier e a United Artists por plágio, alegando que o filme foi baseado em seu romance "Blind Windows". Ela ganhou uma quantia que nunca foi revelada.




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Leia. Pense. Divulgue. Participe. 
 

O Homem que era o Super-Homem - Jeong Yun-cheol - 2007


Descobri esse filme no canal do do Youtube de Michel Eurípedes que pode ser acessado aqui. A sinopse abaixo foi retirada do próprio canal:

"Suave e intenso. Palavras totalmente opostas encontram um lugar para residir no filme "O Homem Que Era Super-Homem". A obra, de 2007, dirigida por Jeong Yun-cheol surpreende nas sensações que causa no telespectador: risadas e lágrimas se misturam de uma hora para outra. Com uma história extremamente criativa -- ao mesmo tempo em que simples -- é possível se impressionar com cada segundo do longa. A trama gira em torno da relação entre uma repórter que se encontra em crise profissional, cansada daquilo que faz, e de um desconhecido que diz ser o Super-Homem -- e acredita completamente nisso. Neste homem, a jornalista vê um motivo para se libertar da realidade e preencher o vazio da vida com imaginação. Porém, ela descobre que o "Super-Homem" esconde uma história repleta de emoção, bloqueada por sofrimento do passado. Com uma linha de raciocínio bem simples de seguir, pode-se interpretá-lo da maneira que quiser, definindo que tipos de "finais" você pode assistir. De fato, o filme brinca com a imaginação do telespectador, porém, no final das contas, vemos que a realidade toma seu lugar de maneira única, suave e intensa."

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O cinema feito no oriente sempre surpreende e essa obra é fantástica. Uma boa oportunidade para ver um filme produzido na distante Coréia do Sul. Devo esclarecer que não se trata de obra de domínio público, mas o cinema sul-coreano não é veiculado por aqui de nenhuma forma e no final acabamos nem sabendo de sua existência, por isso, não se pode nem falar em prejuízo (ou qualquer coisa do gênero) pois esse filme nunca seria assistido, por nós no Brasil, de outra forma.

Mais uma vez agradeço ao Michel Eurípedes que disponibilizou a obra.

The Tale of Zatoichi - Zatôichi monogatari - Kenji Misumi - 1962 - Legendado



Filme japonês com uma história bastante interessante que mostra um homem cego e pobre que se torna um perigoso espadachim. Foi o primeiro dos seis filmes com Zatoichi dirigido por Kenji Misumi.

O personagem também deu origem a uma série para a tv com 26 episódios.





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La tentation de Saint-Antoine - The Temptation of St. Anthony - Georges Méliès - 1898

A Tentação de Santo Antônio é um curta-metragem francês de 1898 dirigido por Georges Méliès.

Mostra uma caverna onde o personagem central está orando quando passa a ser assediado por mulheres que o interrompem até que o santo é finalmente salvo pela aparição de um anjo que faz tudo retornar ao normal.

A grande inovação neste filme é o fato de ter elementos exclusivamente religiosos.



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The Deerslayer and Chingachgook - Lederstrumpf, 1 - Teil Der Wildtöter und Chingachgook - Arthur Wellin - Bela Lugosi - 1920

Bela Lugosi já foi índio


Essa obra foi produzida na Alemanha pela Luna Film em 1920 sendo a primeira parte (Lederstrumpf, 1 - Teil Der Wildtöter und Chingachgook) de um longa-metragem baseado no romance de James Fenimore Cooper (Leatherstocking / Lederstrumpf).

A segunda parte, que é considerada perdida, foi O Último dos Moicanos (Lederstrumpf, 2 - Der Letzte der Mohikaner) que não deve ser confundido com filme homônimo produzido no mesmo ano nos EUA.

Curiosamente, em O Último dos Moicanos, na versão alemã Bela Lugosi e na versão americana Boris Karloff, ambos ainda muito jovens, interpretam papéis de índios. Esse é também um dos mais antigos filmes de Bela Lugosi que chegou até nós.



“Fortaleza” de Tom Hutter
Deerslayer (Emil Mamelok) e Chingachgook (Bela Lugosi)


Deerslayer (Emil Mamelok) e seu fiel amigo índio Chingachgook (Bela Lugosi) enfrentam várias situações onde devem lutar por sua sobrevivência.

Este filme alemão é muito bem fotografado e boa parte da ação acontece na “fortaleza” de Tom Hutter, que para ficar a salvo dos ataques de índios construiu sua casa sobre uma jangada ancorado-a no meio de um lago.

Uma obra muito legal para a história do cinema, mesmo na sua forma atual um pouco truncada – infelizmente não está completo.

Mas especial mesmo é para os que, como eu, gostam de Bela Lugosi. Um filme feito na Alemanha, na década de 20, sem som, com Lugosi interpretando um índio, não tem preço. Além disso é um milagre que a película tenha sobrevivido a duas guerras mundiais trancada nos cofres do estúdio sem conservação.





Elenco

Emil Mamelok            ...  Deerslayer
Herta Heden              ...  Judith Hutter
Bela Lugosi                ...  Chingachgook
Gottfried Kraus          ...  Tom Hutter
Edward Eyseneck      ...  Worley
Margot Sokolowska  ...  Wah-ta-Wah
Frau Rehberger          ...  Judith Hutter
Willy Schroeder         ...  Hartherz
Herr Söhnlein            ...  Col. Munro
Heddy Sven              ...  Cora Munro
Frau Wenkhaus         ...  Alice Munro






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