Privatizações: a Distopia do Capital - Silvio Tendler - 2014


O novo filme de Silvio Tendler ilumina e esclarece a lógica da política em tempos marcados pelo crescente desmonte do Estado brasileiro. A visão do Estado mínimo; a venda de ativos públicos ao setor privado; o ônus decorrente das políticas de desestatização traduzidos em fatos e imagens que emocionam e se constituem em uma verdadeira aula sobre a história recente do Brasil. Assim é Privatizações: a Distopia do Capital. Realização do Sindicato dos Engenheiros no Estado do Rio de Janeiro (Senge-RJ) e da Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros (Fisenge), com o apoio da CUT Nacional, o filme traz a assinatura da produtora Caliban e a força da filmografia de um dos mais respeitados nomes do cinema brasileiro.

Em 56 minutos de projeção, intelectuais, políticos, técnicos e educadores traçam, desde a era Vargas, o percurso de sentimentos e momentos dramáticos da vida nacional. A perspectiva da produtora e dos realizadores é promover o debate em todas as regiões do país como forma de avançar “na construção da consciência política e denunciar as verdades que se escondem por trás dos discursos hegemônicos”, afirma Silvio Tendler.

Vale registrar, ainda, o fato dos patrocinadores deste trabalho, fruto de ampla pesquisa, serem as entidades de classe dos engenheiros. Movido pelo permanente combate à perda da soberania em espaços estratégicos da economia, o movimento sindical tem a clareza de que “o processo de privatizações da década de 90 é a negação das premissas do projeto de desenvolvimento que sempre defendemos”.

Assistir Privatizações: a Distopia do Capital - Silvio Tendler

Dziga Vertov


Mandacaru Time Lapse - Marcius Clapp - 2014




















São cinco minutos de poesia em imagens. Palavras são dispensáveis e insuficientes.

NÃO DEIXE DE ASSISTIR.
É FANTÁSTICO.


O texto abaixo foi retirado do site dos responsáveis pelo vídeo e recomendo (muito) que passeie por lá. No final coloquei vários links.

"O projeto brasileiro com qualidade inédita “Mandacaru” relatou as circunstâncias para registrar o vídeo: “Saímos do Rio de Janeiro, bairro de Copacabana, em um fusca de ano 1994, com destino o sertão do Ceará. Foram mais de 2.700 km de ida, viajamos durante três dias, 900 km por dia, em média, 14 horas por dia de direção.

O Mandacaru também relata os problemas que tiveram durante sua viagem: O primeiro problema ocorreu na Serra de Petrópolis, o motor do fusca parou. Não podíamos abortar nossa viagem! Através de uma ligação e com todo o empenho e esforço possível, o motor voltou a funcionar e eles puderam continuar com sua missão. Chegando perto do destino eles dormiram em hotéis de beira de estrada durante a noite. Faltando 300 km para chegarem a Parambu, Ceará, eles perceberam que o motor do carro começou a trabalhar com apenas dois cilindros. Foram os 300 km mais longos, demorados e sofridos de nossas vidas. 

Percorremos de fusca aproximadamente 2363.12 km para chegarmos em uma cidade, onde existem cinco moradores, ficamos no local mais de duas semanas, registrando imagens raras. Chegando ao Sertão dos Inhamuns, onde a umidade do ar fica entre 33% e 45%, assim deixando a atmosfera com pouca umidade e a poluição do ar e a poluição luminosa no local é praticamente 0% ao redor de seus 63 km quadrados, assim eles acreditam que lá exista um dos melhores pontos de observação do Brasil. Caso queiram saber toda essa história entre no FACEBOOK."

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